
Quando num grupo de 27 parceiros, 25 são americanistas, de nada serve sacrificar as populações nem teimar no impossível salvamento do euro.
Que vantagens recebemos da moeda única? Nenhuma.
Dirão alguns que sim senhor, que recebemos fundos estruturais que nos permitiram isto e aquilo. Respondo que os fundos estrurais são pagos pelos cidadãos através do IVA e que portanto, nada recebemos da União Europeia a não ser o que tinhamos pago através desse imposto de valor acrescentado.
Quando se falou de possíveis contrariedades, alertei po diversas formas que iriamos passar por tremendas dificuldades, pois os americanos tudo fariam para impedir os europeus de levar avante a dita união, que afinal não o é.
Os sucessivos governos gastaram mal todas as verbas, milhões de euros, que foram autorizados gastassemos em obras, na agricultura, em modernização do país. Que aconteceu?
A nossa agricultura quase desapareceu e importamos mais de 60% do que comemos, mas houve quem se apoderasse de muitos milhões em benefício próprio, dizendo ser para moderniza a agricultura, comprando máquinas que não apareceram nunca, embora houvesse facturas delas.
Na pesca, foi o desastre que se viu e sente. O peixe «fresco» que comemos, na sua maioria vem de Espanha.
As pensões de reforma dos portugueses nunca foram actualizadas, havendo quem se limite a receber cerca de 300 euros após toda uma vida d trabalho. E tudo se mentém neste estado.
Para que nos serve a União Europeia e a tal moeda única? «Tem sido a nossa desgraça», dizem muitos portugueses, e é verdade. Como é também verdade que os americanos, pelo soleno, deram já cabo da Grécia e preparam-se para dar cabo de Portugal e Espanha e Irlanda. Isto na primeira fase, porque os outros irão depois, mais devagar. Interessa começar a desmembrar.
O que custava 100 escudos passou a custar o dobro, um euro. Os salários mantiveram-se baixos e os portugueses foram perdendo poder de compra. Afundaram-se em dívidas muitos deles. Vejo com bons olhos o regresso ao escudo, essa sólida moeda que era a nossa.
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