domingo, 27 de março de 2011

Os proactivos e os reactivos


Pessoas reactivas são aquelas que pensam e actuam dentro de padrões de causa e efeito.

Pessoas proactivas influenciam o meio, garantem harmonia, emanam boas energias, iluminam tudo e todos à sua volta.

Nunca se sentem vítimas das circunstâncias, escolhem com sabedoria as coisas que podem influir para uma mudança significativa para muitos.

Quando um proactivo comete um erro, diz: “enganei-me”, e aprende a lição.

Quando um reactivo comete um erro, limita-se a dizer: “a culpa não foi minha”, responsabilizando terceiros.

Um proactivo sabe que a adversidade é o melhor dos mestres.

Um reactivo sente-se vítima perante uma adversidade.

Um proactivo sabe que o resultado das coisas depende de si. Um reactivo considera-se perseguido pelo azar.

Um proactivo trabalha muito e arranja sempre tempo para si próprio e para os outros.

Um reactivo está sempre “muito ocupado” e não tem tempo sequer para os seus.

Um proactivo enfrenta os desafios um a um. Um reactivo contorna-os, nem se atrevendo a enfrentá-los.

Um proactivo compromete-se, dá a sua palavra e cumpre-a.

Um reactivo faz promessas e, quando falha, sabe apenas justificar-se…

Um proactivo diz: “posso ser bom, mas vou ser ainda melhor”.

Um reactivo, diz: “não sou assim tão mau; há muitos piores que eu”.

Um proactivo ouve, compreende e responde.

Um reactivo não espera que chegue a sua vez de falar.

Um proactivo respeita os que sabem mais e procura aprender algo com eles.

Um reactivo resiste a todos os que sabem mais e só se fixa nos seus defeitos.

Um proactivo sente-se responsável por algo mais que o seu trabalho.

Um reactivo nunca se compromete e diz sempre: “faço o meu trabalho e é quanto basta”.

Um proactivo diz: “deve haver uma melhor forma de fazer isto…”

Um reactivo diz: “sempre fizemos assim. Não há outra maneira”.

Um proactivo é parte da solução. Um reactivo é parte do problema.

Um proactivo consegue “ver a parede na sua totalidade”.

Um reactivo fixa-se apenas “no azulejo que lhe cabe colocar”.

Um proactivo lê por exemplo esta carta, guarda-a e medita sobre ela.

Um reactivo, se a ler até ao fim, limita-se a criticá-la e a deitá-la ao lixo.

Não direi que é por esse motivo que Portugal não avança, pelo contrário.

Mas, uma coisa é certa. Há muito poucos proactivos e demasiados reactivos, sobretudo entre os governantes e políticos em geral.

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