segunda-feira, 11 de abril de 2011

«Sacrifícios têm de ser repartidos por todos»


Cavaco reitera ideia que marcou a sua tomada de posse e diz que já completou contactos com todos os líderes da oposição

O Presidente da República, Cavaco Silva, reiterou esta segunda-feira que «os sacrifícios têm de ser repartidos por todos» e sublinhou que ninguém se pode «eximir ao contributo necessário» para o país vencer «as adversidades do presente».

«O momento que atravessamos é de unidade e de coesão. Vivemos tempos em que os sacrifícios têm de ser repartidos por todos, em que ninguém pode ter a pretensão de se eximir ao contributo necessário para vencermos as adversidades do presente», afirmou Cavaco Silva, durante a cerimónia de posse dos novos Representantes da República para os Açores e para a Madeira.

No acto de posse, estiveram presentes várias individualidades do Estado, entre os quais o primeiro-ministro, José Sócrates, e o presidente do Governo Regional dos Açores Carlos César.

Cavaco já falou com os partidos

Entretanto, o Presidente da República, Cavaco Silva, também informou que já completou os contactos com todos os líderes da oposição sobre a crise económica e financeira portuguesa e sublinhou «a necessidade urgente» de o país recorrer à ajuda externa.

«O Presidente da República completou esta segunda-feira os contactos com os líderes dos partidos da oposição tendo em vista, no quadro da grave crise económica e financeira em que Portugal se encontra, sublinhar a necessidade urgente do recurso à assistência externa de modo a assegurar o financiamento do Estado e da economia», lê-se numa nota informativa publicada no site da Presidência da República.

(Diário. Iol.pt 11/04/2011)

Nota Pessoal: Como de modo algum contribuí para a situação que se vive em Portugal, não me sinto minimamente culpado nem obrigado a

Pagar o que alguns roubaram e mantêm em Paraísos Fiscais, poderei ser obrigado a suportar a repartição, mas faço-o de tal modo contrariado e com tanto repúdio que nem mil palavras seriam capazes de o explicar.

Foram, senhor presidente, alguns amigos seus quem levou o BPN e outras instituições à falência e deveriam ser eles e todos os capitalistas que colaboraram a pagar a factura que agora nos é a todos apresentada de forma obrigatória. O senhor e seus amigos deveriam contribuir de modo exemplar para que Portugal possa voltar a equilibrar-se, porque o povo está totalmente inocente e é quem mais sofre por todos os roubos havidos.

Sem comentários:

Enviar um comentário