
O cérebro humano é uma máquina do tempo. Um metrónomo, que vai regulando segundo a segundo o funcionamento do nosso corpo no seu processo contínuo de evolução e mudança, desde o nascimento até à velhice.
«Penso que apenas uma pessoa em cada mil consegue realmente viver o presente, porque a maioria gasta 59 minutos de cada hora a viver o passado, com pena das alegrias perdidas ou vergonha pelas coisas mal feitas (ambos os sentimentos inúteis e frustrantes), ou um futuro que anseia ou teme.
A única forma de viver é aceitar cada minuto como um milagre que não se repete, pois é exactamente o que é – um milagre que não pode repetir-se.»
Há pessoas que se sentem gigantes junto a outras. Ora, o gigantismo e o nanismo são distúrbios do crescimento, habitualmente atribuídos a deficiências do funcionamento da hipófise. Se a hipófise produz a hormona de cescimento em excesso antes do final da adolescência, o resultado é um crescimento excessivo.
É o que acontece a certas pesoas, que se imaginam gigantes e querem, porque até um dia podem fazê-lo, tornar anãs, não sem humilhação, algumas que querem apenas contribuir para um mundo melhor e uma sociedade mais igualitária e equitativa.
Se o tempo é determinado pela velocidade de reacções químicas, a elevação da temperatura do corpo deverá alterar as reacções, e esta aceleração provocará mais alterações químicas, fazendo o tempo fisiológico passar rapidamente para um determinado intervalo de tempo real.
Na altura em que cheguei à adolescência, a vida estava tão perto que pdia tocar-lhe.
Nessa altura, a única maneira de aliviarmos essa ansiedade era agarrarmo-nos aos momentos importantes do presente. Era como se estivessemos sempre á espera que começasse a vida verdadeia, correndo para cada momento importante, apenas para dizermos, uma vez chegados: «Era só isto?» E, no momento seguinte olhavamos à nossa volta e apercebiamo-nos de que, afinal, era só aquilo; (como hoje, é só isto!), mas que, de qualquer forma, sem darmos por isso, já deslizavamos para as décadas seguintes da nossa existência…
Até que um dia nos apercebemos de que já não estamos à espera, que estamos a viver. Mal, mas a viver, com mil e uma ilusões a assaltar-nos, como por exemplo a negação de colaboração solicitada para levarmos a cabo um acto que reputamos de importante, mas que alguém pretendeu arrogar-se o direito, senão dever de pensar por nós e negá-la, enquanto a prestava a tantos outros… talvez mesmo no próprio dia em que a nós a negaram.
Verdadeiamente lamentável. Gostaria de poder alongar-me; impede-mo o pudor e a educação.
(Enviado por um Amigo)
Sem comentários:
Enviar um comentário