
Não gosto daqueles que invadem outros países, que os bombardeiam e matam milhares de inocentes, como não gosto dos que tentam fazer parar o lento progresso de Portugal…
Não acredito nas quotas para as mulheres na política. Podem dizer que sou machista. Mas, para mim, machista é quem julga as mulheres incapazes de competir com os homens em pé de igualdade.
A questão do género não pode servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser fonte de privilégios imerecidos, provocando cenas ridículas…
Não quero ouvir mais notícias de pessoas que morrem à espera duma cirurgia.
Tapo os ouvidos e fecho os olhos, mas continuo a ouvir e a ver…
Não quero saber de crianças arrastadas em carros por bandidos ou duma menina violada em plena flor da idade ou de rapazitos também violados e levados…
Sinto-me velho e impotente, mas ainda acredito no verdadeiro socialismo, que nunca deixou de existir, mas que alguns tentam mascarar…
Acredito em muita coisa, mas estou cansado de quererem culpar-me por não ser dos mais pobres, por ter casa, carro e outros bens, todos adquiridos honestamente, por ser querido por minha mulher e meus filhos e netos!
E, acabo de cometer mais um erro. Descobri que sou capaz de me comover, de me emocionar.
Fiqeui comovido quando vi uma menina de 14 anos inspirar-se no Hino Nacional para redigir um texto que demonstra que os portugueses precisam de perceber o verdadeiro sentido de patriotismo.
Qual PEC qual carapuça? As verdadeiras demonstrações de amor à Pátria são as que saltam espontaneamente e colidem com as daqueles que andam na política e já não sabem – se algum dia souberam – o que é este sentimento cívico…
O povo português foi heróico e os seus brados retumbantes. O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava sempre no céu.
Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes?
Eu? Eu era a Pátria amada, adorada… Havia paz e esperança no futuro e glórias no passado… Eu era a terra adorada dos filhos deste solo, mãe gentil…
Quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz?
Mesmo que seja o último português patriota, valeu a pena viver para poder ver – sem nada poder fazer – como correm todos os que têm maltratado o meu país… prometendo-lhe que jamais me calarei, enquanto as forças não me abandonarem!
(Enviado por um Amigo)
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