A marijuana é uma droga psicoactiva, o que
significa que afecta a mente e o comportamento e altera o humor. Todas as
substâncias com este poder – incluindo a cafeína – provocam habituação.
O tetra-hidrocanabinol, ou THC - a substância activa da marijuana – é um
hipnótico sedativo. Mesmo em pequenas doses, o THC pode diminuir a coordenação
motora e confundir a noção do tempo.
Conduzir um automóvel ou manusear máquinas
sob a influência desta droga, já tem sido fatal.
O uso prolongado da mrijuana – a chamada “erva”
– embota as emoções e as faculdades mentais e conduz à perda dos impulsos e das
ambições. Esta passividade dos fumadores
de erva explica em parte a reputação de “inofensiva” de que goza.
Muito há ainda a aprender sobre os efeitos a
longo prazo da marijuana sobre a mente e o comportamento, mas aquilo que se
sabe reforça a noção de que evitá-la é ainda a melhor opção.
Quanto aos efeitos sobre o organismo, provas
recentes demonstram que fumá-la é ainda pior para os pulmões do que o tabaco,
pois os utilizadores da erva inalam mais profundamente e retêm o fumo mais
tempo nos pulmões antes de o exalarem.
Pela estimulação dos centros de prazer no
cérebro, a cocaína produz uma sensação extraordinária de euforia e domínio.
Intensifica os sentimentos de excitação e prazer e parece, a princípio,
melhorar o desempenho motor e intelectual.
O poder viciante da cocaína, que se inala
pelo nariz em forma de pó ou é queimada e inalada em fumo, não foi inteiramente
compreendido antes da década de 80, quando surgiram índices alarmantes de abuso
em muitas partes do Mundo.
O estado eufórico da cocaína desvanece-se
rapidamente, seguindo-se um estado depressivo e uma intensa avidez por uma nova
euforia. Os utilizadores podem ter também crises de pânico e desenvolver
paranóia aguda.
Sendo um estimulante, a cocaína aumenta o
ritmo cardíaco e a tensão arterial; já houve casos de ataques cardíacos graves
e acidentes vasculares cerebrais provocdos por uma dose única, mas excessiva.
A cocaína perturba o delicado equilíbrio
químico do cérebro. Um dos resultados é a diminuição da produção de dopamina,
neurotransmissor que ajuda a estimular o prazer no cérebro.
Parece que os consumidores de cocaína esgotam
a dopamina do cérebro e, quando abstinentes, sofrem de anedonia – falta de
prazer – crónica.
Na falta de droga, o indivíduo dependente
pode experimentar quadros de depressão e pânico tão agudos que os especialistas
passaram a valorizar os sintomas psicológicos como um verdeiro síndrome de
abstinência.
Nada melhor, portanto, que manter o corpo e a
mente livres da verdadeira escravatura representada sobremaneira pela
dependência de qualquer droga.

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