segunda-feira, 19 de agosto de 2013

«O FLAGELO DA DROGA»

A marijuana é uma droga psicoactiva, o que significa que afecta a mente e o comportamento e altera o humor. Todas as substâncias com este poder – incluindo a cafeína – provocam habituação.

O tetra-hidrocanabinol, ou THC  - a substância activa da marijuana – é um hipnótico sedativo. Mesmo em pequenas doses, o THC pode diminuir a coordenação motora e confundir a noção do tempo.

Conduzir um automóvel ou manusear máquinas sob a influência desta droga, já tem sido fatal.

O uso prolongado da mrijuana – a chamada “erva” – embota as emoções e as faculdades mentais e conduz à perda dos impulsos e das ambições.  Esta passividade dos fumadores de erva explica em parte a reputação de “inofensiva” de que goza.

Muito há ainda a aprender sobre os efeitos a longo prazo da marijuana sobre a mente e o comportamento, mas aquilo que se sabe reforça a noção de que evitá-la é ainda a melhor opção.

Quanto aos efeitos sobre o organismo, provas recentes demonstram que fumá-la é ainda pior para os pulmões do que o tabaco, pois os utilizadores da erva inalam mais profundamente e retêm o fumo mais tempo nos pulmões antes de o exalarem.

Pela estimulação dos centros de prazer no cérebro, a cocaína produz uma sensação extraordinária de euforia e domínio. Intensifica os sentimentos de excitação e prazer e parece, a princípio, melhorar o desempenho motor e intelectual.

O poder viciante da cocaína, que se inala pelo nariz em forma de pó ou é queimada e inalada em fumo, não foi inteiramente compreendido antes da década de 80, quando surgiram índices alarmantes de abuso em muitas partes do Mundo.

O estado eufórico da cocaína desvanece-se rapidamente, seguindo-se um estado depressivo e uma intensa avidez por uma nova euforia. Os utilizadores podem ter também crises de pânico e desenvolver paranóia aguda.

Sendo um estimulante, a cocaína aumenta o ritmo cardíaco e a tensão arterial; já houve casos de ataques cardíacos graves e acidentes vasculares cerebrais provocdos por uma dose única, mas excessiva.

A cocaína perturba o delicado equilíbrio químico do cérebro. Um dos resultados é a diminuição da produção de dopamina, neurotransmissor que ajuda a estimular o prazer no cérebro.

Parece que os consumidores de cocaína esgotam a dopamina do cérebro e, quando abstinentes, sofrem de anedonia – falta de prazer – crónica.

Na falta de droga, o indivíduo dependente pode experimentar quadros de depressão e pânico tão agudos que os especialistas passaram a valorizar os sintomas psicológicos como um verdeiro síndrome de abstinência.


Nada melhor, portanto, que manter o corpo e a mente livres da verdadeira escravatura representada sobremaneira pela dependência de qualquer droga.

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