Jerónimo de
Sousa inaugurou, este sábado, na freguesia do Lumiar, a Avenida Álvaro Cunhal,
o histórico líder comunista português, que morreu em 2005.
O atual secretário-geral do Partido Comunista lembrou o vasto legado do antigo homónimo, enquanto o presidente da câmara Municipal de Lisboa, António Costa, pediu «convergência».
O autarca socialista considerou que o centenário do nascimento de Álvaro Cunhal acontece num tempo difícil, que interpela, desafia e responsabiliza a todos.
«Ao atribuir o nome de Álvaro Cunhal a uma avenida da nossa cidade, a Câmara Municipal de Lisboa cumpre a sua responsabilidade institucional na construção de uma memória coletiva aberta, plural, tolerante e atualizada», defendeu António Costa.
A cerimónia de homenagem a Álvaro Cunhal foi acompanhada por dezenas de pessoas, incluindo a irmã do antigo líder do PCP, Eugénia Cunhal.
No final da cerimónia, a banda do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa tocou «A Internacional» e «A Portuguesa».
O atual secretário-geral do Partido Comunista lembrou o vasto legado do antigo homónimo, enquanto o presidente da câmara Municipal de Lisboa, António Costa, pediu «convergência».
O autarca socialista considerou que o centenário do nascimento de Álvaro Cunhal acontece num tempo difícil, que interpela, desafia e responsabiliza a todos.
«Ao atribuir o nome de Álvaro Cunhal a uma avenida da nossa cidade, a Câmara Municipal de Lisboa cumpre a sua responsabilidade institucional na construção de uma memória coletiva aberta, plural, tolerante e atualizada», defendeu António Costa.
A cerimónia de homenagem a Álvaro Cunhal foi acompanhada por dezenas de pessoas, incluindo a irmã do antigo líder do PCP, Eugénia Cunhal.
No final da cerimónia, a banda do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa tocou «A Internacional» e «A Portuguesa».
=A Bola.PT=

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