segunda-feira, 29 de abril de 2013

«DIÁRIO E JORNAL DE NOTÍCIAS»


«UMA BELA FLOR...»



















































































































































































«MUI ESTIMADO SENHOR SILVA»

Como o vi no dia 25 de Abril sem qualquer cravo na lapela, suponho que também sofre na pele as agruras da austeridade imposta pelos senhores Gaspar e Passos Coelho.

Assim, e num gesto de solidariedade, envio-lhe não um só cravo, mas um ramo deles, todos vermelhos, sabendo tratar-se da sua cor preferida e que casualmente condiz com a efeméride então comemorada.

Não! Nada tem a agradece, pois os “amigos” são para as ocasiões.

As melhores saudações de Abril,


Este simples cidadão que sou!

sábado, 27 de abril de 2013

Terça-feira haverá estratégia orçamental, mas não medidas

Governo reúne-se no último dia do mês porque ainda não conseguiu fechar documento exigido por Bruxelas. Os últimos conselhos de ministros têm sido azedos.
As últimas reuniões do Conselho de Ministros têm acentuado as divisões

O semestre europeu exige e o Governo português quer cumprir: o Documento de Estratégia Orçamental vai mesmo ser entregue a Bruxelas e à Assembleia da República até ao fim do último dia de Abril, terça-feira. Mas esse documento não deverá incluir a concretização detalhada das medidas propostas nem a sua quantificação, apurou o PÚBLICO.
As medidas para fazer face ao chumbo do Tribunal Constitucional e à derrapagem orçamental e a sua quantificação a curto prazo ficam, assim, remetidas para o Orçamento Rectificativo, a apresentar até 15 de Maio. E se este já era o calendário do Governo, os últimos acontecimentos vieram mostrar que não podia ser de outra forma.
As últimas reuniões do Conselho de Ministros têm acentuado as divisões internas sobre as medidas a tomar, essencialmente dentro do PSD. E a última, realizada na sexta-feira, tornou as decisões ainda mais difíceis.
Segundo o Expresso online noticiou ao início da madrugada deste sábado – informações até agora não desmentidas -, algumas das propostas mais radicais das Finanças, nomeadamente no que toca a cortes nas pensões e salários estão a ser recusadas com determinação por alguns ministros.
O Expresso fala de Paula Teixeira da Cruz, Miguel Macedo e José Pedro Aguiar-Branco, a que se juntou Paulo Portas, que chegou mais tarde. Mas o PÚBLICO sabe que também Paulo Macedo contestou algumas propostas de Vítor Gaspar, elevando para cinco os ministros contestatários – quase metade do Governo e um dos seus principais pilares: o líder do CDS.
Por outro lado, ao que apurou o PÚBLICO, há um outro sinal de grande preocupação no Governo. Pela primeira vez, na reunião extraordinária da passada terça-feira, ficou visível alguma falta de sintonia entre Pedro Passos Coelho e Vítor Gaspar. O primeiro-ministro não terá abençoado, como antes, todas as propostas do ministro das Finanças.
Para algumas pessoas ouvidas pelo PÚBLICO será mais fácil Passos Coelho deixar cair Gaspar do que permitir a quebra da coligação.
 
=Público=

PS: Conviria informar bem o jovem Jorge Moreira da Silva, que afirma o seguinte:

(Governo está "num quadro de grande coesão da coligação")
Vice-presidente do PSD, Jorge Moreira da Silva, afirma desconhecer "totalmente" as alegadas divisões no Conselho de Ministros que decorreu na sexta-feira.
O vice-presidente do PSD, Jorge Moreira da Silva disse hoje que o Governo está "num quadro de grande coesão da coligação", referindo desconhecer "totalmente" alegadas divisões no Conselho de Ministros que decorreu na sexta-feira.
"Parece-me óbvio que o Governo está num quadro de grande coesão da coligação, tentando encontrar a resposta para um problema ["chumbo" do Tribunal Constitucional a quatro normas do Orçamento do Estado para este ano], que é exigente", disse Jorge Moreira da Silva.
Questionados pelos jornalistas, durante uma vista à feira agropecuária Ovibeja, em Beja, Jorge Moreira da Silva disse que desconhece "totalmente" a existência de divisões no Conselho de Ministros de sexta-feira, das quais teve conhecimento através de um jornal, e, por isso, alegou não ter condições para fazer comentários.
Três caminhos após 'chumbo' do Constitucional
"Depois da decisão do Tribunal Constitucional, Portugal tinha três caminhos", disse Jorge Moreira da Silva, referindo que o primeiro seria dizer que não cumpria as metas orçamentais, o que "seria caminhar na direção de um segundo resgate" e "mau" para o país.
Não cumprir as metas orçamentais, explicou, "pode dar origem a um alívio momentâneo, mas empurrará a austeridade durante mais tempo e colocará Portugal durante mais tempo numa situação de menor autonomia orçamental e financeira".O segundo caminho, continuou, seria "aumentar impostos", mas "o Governo recusou-se a seguir esse caminho".
O terceiro caminho, acrescentou, é "uma opção exigente, mas é aquela que o Governo optou por assumir e a que o PSD também defende", ou seja, a "redução da despesa, para cumprir as metas orçamentais", mas "que não deve ser vista apenas numa lógica de cortes nos consumos intermédios e desperdícios": "Tudo isso continua a ser relevante, mas é necessário avançar com uma redução da despesa mais estrutural, que passe por redefinir as funções do Estado", defendeu.
"Não é uma reforma deste Governo, desta legislatura, é uma reforma que deve ser feita para um horizonte que vá para lá desta legislatura" e "pressupõe uma grande discussão interna no Governo, que é uma discussão exigente, mas também necessita do envolvimento de todos os partidos, de todas as forças políticas e sociais e também do PS", disse.
=Económico=

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS

Defender Abril e os seus valores

Quinta 25 de Abril de 2013
No dia que o país saiu à rua para comemorar Abril, Jerónimo de Sousa, presente no desfile em Lisboa, afirmou que "apesar desta ideologia das inevitabilidades e da resignação, da procura que o medo prevaleça, esta avenida demonstra que o povo português não está vencido, não está derrotado", demonstrando confiança para continuar a lutar por Abril e pelos seus valores.

"Há soluções e uma alternativa capaz de assegurar o desenvolvimento do país"

Segunda 22 de Abril de 2013
Na abertura das Jornadas Parlamentares que o PCP realiza em Viana do Castelo, Jerónimo de Sousa afirmou que há soluções e uma alternativa capaz de assegurar o desenvolvimento do país e garantindo condições e modos de vida dignos para as suas populações. É com essa perspectiva que aí estamos e aqui iniciamos as nossas Jornadas Parlamentares.

São cada vez mais os portugueses que acompanham a nossa opinião de que Portugal não está condenado a ter que viver assim

Sábado 20 de Abril de 2013
Na encerramento da IX Assembleia da Organização Regional de Braga, Jerónimo de Sousa afirmou que "toda a evolução da situação mostra que é necessário e urgente encontrar um novo caminho para Portugal, um caminho novo e diferente como aquele como o que o PCP tem vindo a propor ao país".

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

"Retomar o caminho de Abril e cumprir os princípios consagrados na Constituição"

Quinta 25 de Abril de 2013

Rejeitamos a liquidação dos ENVC e a opção apresentada pelo Governo

Quarta 24 de Abril de 2013

Jornadas Parlamentares do PCP em Viana do Castelo

Segunda 22 de Abril de 2013

PARLAMENTO EUROPEU

Seminário «Uma outra Europa dos trabalhadores e dos povos. Direitos, justiça social, cooperação e soberania»

Sexta 12 de Abril de 2013

Previsão de receitas e despesas do Parlamento Europeu para o exercício de 2014

Terça 23 de Abril de 2013

Relatório intercalar de 2012 sobre o Montenegro

Segunda 22 de Abril de 2013

AGENDA

27
Apr.
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“Não peçam para ir para o Governo”






















"Não nos peçam para fazer consensos com um Governo que está esgotado; não nos peçam para ir para o Governo, o PS só voltará ao Governo por vontade dos portugueses." Foi desta forma que o líder do PS reagiu ontem à mensagem do Presidente da República no dia 25 de Abril, na qual defendeu a continuidade da austeridade.

No discurso de abertura do XIX Congresso do PS, em Santa Maria da Feira, António José Seguro referiu-se mesmo ao "maior erro" transmitido pelo Presidente, que foi o de "negar a esperança e a evidência de que há um caminho alternativo para sairmos da crise". Ou seja, o erro de negar a possibilidade de eleições antecipadas. Tal como o CM noticiou ontem, o líder do PS acusou Cavaco Silva de "dividir em vez de unir" os portugueses. Ontem, Seguro fez questão de dizer que "o povo, mais tarde ou mais cedo vai escolher um novo Governo" para substituir o atual, que, "agora em desespero, suplica o nosso apoio".

Depois de repudiar a política de austeridade, dizendo que foi "um retrocesso civilizacional", à qual é preciso "pôr um ponto final e dizer com clareza: ‘Basta!'", Seguro disse que, uma vez no Governo, o PS honrará os compromissos com a troika, mas adverte: "Os nossos parceiros e credores sabem que não seremos súbditos de ninguém, nem ficaremos de joelhos perante ninguém."


O líder socialista avançou ainda com propostas: "Um pacto para o emprego a todas forças políticas e parceiros sociais." A intenção é reduzir o desemprego jovem para metade (neste momento em 39%) e aumentar a taxa de emprego para 70%.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Seguro considera que discurso de Cavaco agravou divisões políticas




O líder do PS critica o Presidente da República. António José Seguro diz que o discurso de ontem agravou as divisões políticas e violou a independência que se espera de um Chefe de Estado.






José Luís Carneiro diz que António José Seguro não vai perder muito tempo a analisar o discurso de Cavaco Silva, ainda que, para o presidente do PS Porto, o Presidente mereça censura.





Manuela Ferreira Leite estranha o mal-estar socialista em relação ao discurso do Presidente da República e diz que «o amuo do PS tem muito a ver com o facto de querer eleições».





Se António José Seguro cumprir até ao fim o novo mandato tornar-se-á o quarto secretário-geral do PS com mais tempo em funções. Soares, Guterres e Sócrates estão longe.






O Estoril recebe hoje o Sporting de Braga, em jogo que abre a 27ª jornada da I Liga em futebol, no qual estão em causa a luta pelo acesso à Liga dos Campeões e à Liga Europa, respetivamente.





O antigo jogador brasileiro do Benfica foi decisivo ao marcar de livre nos últimos segundos deste encontro frente ao Basileia a contar para a primeira mão das meias-finais da Liga Europa.





O Benfica ficou em desvantagem na luta por um lugar na final da Liga Europa, ao perder no reduto do Fenerbahçe por 1-0. Korkmaz, aos 71 minutos, marcou o único golo do jogo.






O desemprego em França atingiu o máximo de sempre ao ultrapassar o pico de 1997. São agora mais de 3,22 milhões de pessoas sem emprego, revelou o ministério francês do Trabalho.





Vítor Gaspar disse hoje, em Bruxelas, estar «inteiramente de acordo» com o presidente da Comissão Europeia sobre os limites da austeridade, no sentido de esta não ser, por si só, suficiente.





A Alemanha reviu hoje ligeiramente a previsão de crescimento que espera para este ano de 0,4% para 0,5% do Produto Interno Bruto anunciou no Twitter o ministro alemão da Economia.





Pelo menos 38 pessoas morreram num incêndio ocorrido esta noite num hospital psiquiátrico na região de Moscovo, noticiou a agência RIA-Novosti, que cita como fonte o Ministério da Saúde.


Outras noticias





Um ano após uma tentativa falhada, uma expedição vai partir em maio à descoberta do "7º continente", uma gigantesca placa de detritos de plástico que flutua no Pacífico, maior do que a Índia, mas ainda pouco conhecida.


Outras noticias




Os apelos ao consenso tiveram o efeito contrário e radicalizaram as posições, com o Presidente da República a ser acusado de violar a neutralidade. No Fórum TSF queremos ouvir a sua opinião sobre o discurso que marcou as comemorações do 25 de Abril. Que efeitos é que as palavras de Cavaco Silva podem ter na situação política do país?