domingo, 24 de abril de 2011

Sobre a nacionalidade de Jesus


A) Três provas de que Jesus era judeu


1 - Assumiu os negócios do pai;
2 - Viveu em casa até os 33 anos;
3 - Tinha certeza de que a mãe era virgem, e a mãe tinha certeza de que ele era Deus.

B) Três provas de que Jesus era irlandês


1 - Nunca foi casado;
2 - Nunca teve emprego fixo;
3 - O último pedido dele foi uma bebida.

C) Três provas de que Jesus era italiano


1 - Falava com as mãos;
2 – Bebia vinho a todas as refeições;
3 - A mulher mais importante da sua vida era a mamma.

D) Três provas de que Jesus era americano (californiano mais precisamente)


1 - Nunca cortou o cabelo (hippie)
2 - Andava descalço (hippie)
3 - Inventou uma nova religião (hippie)

E) Três provas de que Jesus era francês


1 - Nunca mudava de roupa;
2 - Não lavava os pés;
3 - Não falava inglês.

F) Três provas de que Jesus era português


1 - Nunca tinha dinheiro;
2 - Vivia por milagre;
3 - Tornou-se membro do governo...

CONCLUSÃO: Não foi possível chegar a um consenso sobre a nacionalidade de Jesus.

Quanto a Judas !... Todos concordam que era um político capitalista lusitano.

(Enviado por um Amigo)

sábado, 23 de abril de 2011

A UNIÃO FAZ A FORÇA

Portugal. Oito ou oitenta…


Ó cabeças bem pensantes do meu país.

Certas rendas podem nem ter aumentado, mas também não foram aumentadas as pensões que as famílias recebem.

Se o forem para o próximo ano, após o habitual esforço terrível dos governantes para lhes dar à volta de mais oito a nove cêntimos por dia, continuam a necessitar desse apoio de 20% da renda que pagam.

Já viram, cabeças bem pensantes deste país, que são as mesmas pessoas que se vêm gregas para poderem fazer uma refeição por dia e comprar os medicamentos, pagar a luz e a água, vestir e calçar-se e pelo menos uma vez por mês pagar os transportes para irem receber a pensão de miséria que lhes dão?

Ó cabeças pensadoras do meu país.

Reflictam no que estão a fazer e reparem que nem Salazar fez tanto por tão pouco, matando milhares de portugueses à fome e sem tratamento.

As pessoas viviam e vivem sem qualquer qualidade de vida. Com os olhos que possuem, cabeças bem pensantes deste «jardim à beira mar plantado» reparem na miséria que se vive pelo país.

Olhem, porque basta olhar para a ver, pois salta aos olhos como se dum filme 3D se tratasse.

Ó cabeças bem pensantes deste país.

Em vez de gastarem dinheiro onde não se justifica, gastem-no com as pessoas que carecem de tudo e reparem que para alimentar as vossas «megalomanias» se estão a gastar fortunas com obras em escolas, onde se trabalha ao sábado também só para que possam estar apresentáveis para as festividades sobre a implantação da República ou outra qualquer, que muito tem que se lhe diga.

Há coisas, sim coisas, que se tornam revoltantes com as situações que criam.

Portugal – Bruxelas – Berlim


A abordagem sobre a excrescência neoliberal da terceirização do emprego ainda não arrefeceu entre nós e eis que já se condena essa anomalia no ecrã televisivo, sob o título «Comunicação ao País».

A terceirização da Administração Pública e o cruzamento de favores, está a resultar num amplo «empreguismo».

A terceirização, por não exigir concurso público para a contratação de empregados, é, na verdade, a larga porta para o nepotismo. É por essas portas que saem os poderosos ramos da árvore do apadrinhamento e a consequente burla à proibição do empreguismo, acomapnhada pelas concessões dos benefícios para familiares e amigos de agentes públicos das três esferas do poder: legislativo, executivo e judiciário.

Sobre a Alemanha, escreveu François Mauriac, próximo do General De Gaulle, exprimindo oficiosamente o seu pensamento: “Gosto muito da Alemanha, que prefiro haja duas”. Os aliados partilham a segunte visão: desde 1945 eles vêm a divisão da Alemanha em quatro zonas de ocupação.

As três primeiras – americana, britânica, fundida em bizona em 1946, depois em trizona com a francesa em 1948 – formam, a 23 de Maio 1949, a República Federal, que instala a sua capital na pequena cidade de Bona.

Quatro meses mais tarde, a 7 de Outubro, a zona Soviética transforma-se em República Democrática, cujas autoridades se fixam em Berlim Leste.

Passam 40 anos repletos de crises – após o bloqueio de Berlim, em 1948, virá em 1961 a construção do Muro – que ameaçará a paz no mundo, antes que essa decoração de teatro, inseparável do confronto entre os vencedores do nazismo se afunde e que a nação alemã se encarne de novo num só Estado unificado.

A acreditar em Helmut Kohl, a unificação iria transformar a Alemanha num país paraíso. É verdade, a mão/posta dos grandes grupos do Ocidente sobre o aparelho produtivo, a mão-de-obra e o mercado de Leste, estimularam um tempo de economia…

Mas, como o sabem bem os desportistas, o efeito da dopagem não é eterno. Os grandes patrões e o pessoal político ao seu serviço – de Kohl e Merkel, via a exportação, as privatizações, a descida de impostos para os ricos e as ajudas sociais para os pobres, etc…

O relevo de 2,3% da previsão de crescimento para 2011 não poderia mascará-lo: após a criação do euro, a Alemanha teve o mais fraco crescimento da zona euro, criou menos empregos que a França e conhece uma explosão de desigualdades. Deste balanço, a coligação de direita deveria pagar a factura eleitoral, como os rubro/verdes em 2009.

Entretanto, Portugal obedece cegamente às directrizes de Berlim e Bruxelas limita-se a assistir ao espectáculo dum povo que sofre as inclemências originadas pelas más governações (governanças), que têm conduzido o país e seu povo á miséria decadente.

Muito há a mudar neste jardim á beira-mar plantado e numa europa anti-social e selvaticamente capitalista.

(Dum Amigo)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Já vi muita coisa…


Dizem-nos que devemos manter e aumentar – se possível – o patriotismo, que é preciso amar Portugal com todas as suas mazelas, que é necessário lutar por uma sociedade melhor – coisa possível – ou deixá-lo e ir tentar a sorte noutro país.

Depois, quando a casa cai, como se nada fosse – vem um terramoto, um tsunami, desemprego em massa, a polícia a meter na cadeia sem qualquer direito e os juízes a libertar… e, então, toca a implorar a ajuda do governo português, ir à imprensa alardear que se é português, que se quer ser repatriado…

E se ficar aqui nesse barco, tem de se ajudar a tapar os furos – tantos que são – não fingir que se anda à boleia, que nada se tem a ver com os buracos – como faz a maioria dos causadores dos ditos.

Portugal é resultado da soma que fazemos, que nossos pais, avós, tios, primos, antepassados e ancestrais fizeram e que os nossos descendentes irão fazer.

Portugal não é um ente sobrenatural acima de todos. Portugal somos nós! Nós, exclusivamente, nós, que determinamos o que o solo em que vivemos é e será.

Resultado das nossas escolhas, de que fazemos ou do que deixamos de fazer… e vamos isentar os passarinhos que nos depositam em cima da cabeça – quando instalados num ramo de árvore ou fio eléctrico ou mesmo em voo – o resultado do esvaziar das suas tripas…

Infelizmente, temos muitos passarocos que falam e nem são gagos.

Reparei, ontem, numa notícia muito engraçada, vinda a lume pela tarde, quando um desses pássaros – que sempre se afirmou completa e totalmente livre de qualquer ligação partidária – será candidato por um partido às legislativas de 5 de junho! »Boa te vai, Mariana!»… e disse cá para os meus botões: “Se Cuba me aceitar, deixo tudo e vou para lá viver com a minha aposentação, deliciar-me com a salsa e os mojitos”…

Ouvi, com grande admiração – de espanto – como, subitamente se pode perder toda a “bela intenção de mobilizar a cidadania na total independência – para se colar ao lado daquele que parece o mais forte.

E, minhas senhoras e senhores, é por isso que o país Portugal estagna; porque há muitos que precisam dum tacho ou dumas boas tetas de vaca leiteira onde mamar…

Portugal não avança porque lho não permitem. Ah, já agora, que está aí o FMI, que se debruce sobre todos os tachos e panelas ou caldeirões que fazem belas comezainas para todos os papões da vasta praça nacional.

genuína descompessão > HULK >




é Páscoa ninguém leva a mágoa !?!

lélio magalhães pinto de oliveira lélio m p o lempo

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Super Connard*




Objet : IL N Y A AUCUN PAUVRE EN France !!!


Vidéo incroyable à consommer sans modération, ou le cynisme d'un élu, ami
intime de + de 30 ans de notre cher Président.

*Pour Balkany : les pauvres " vivent très bien ". *

Piégé par les Yes Men spécialisés dans le détournement, le maire UMP de
Levallois-Perret, Patrick Balkany, affirme qu'il n'y a pas de misère en
France et que les pauvres vivent très bien. Il croyait s'exprimer sur une
télévision américaine.

Dans une interview exclusive accordée à la chaîne (fictive) de télévision
américaine Politics Prime , Patrick Balkany, député-maire de
Levallois-Perret, explique la
> > > > > > situation des banlieues françaises.

> > > > > > > > > > En fait, il a été piège par les YES MEN pour une
émission qui devait être diffusée sur Canal + (elle s'appelait " AlterLand "
et était produite par Karl Zéro & Endemol),
*mais qui a finalement été annulée ... on se demande vraiment bien pourquoi
!!!>*

(Enviado por um Amigo)