sábado, 3 de agosto de 2013

NÃO ACREDITEM EM SONDAGENS

Para rir e descontrair ...

Declaração de um Eleitor Preocupado
As pesquisas de mercado são manipuladas e não reflectem a tendência do eleitorado.
O Presidente da República de um dado país, preocupado com as tendências do eleitorado (tem razões para isso) e por via das dúvidas mandou proceder a um levantamento por conta própria e concluiu que a próxima Presidente da República vai ser … a sua mãe!
Telefonou (mandou telefonar) para 7.513 pessoas entre as duas e as quatro da madrugada e perguntou:

EM QUEM VAI VOCÊ VOTAR PARA PRESIDENTE DA REPÚBLICA?

Todos os entrevistados responderam: 

NA PUTA QUE TE PARIU.

M. J. F.


«BELEZA VINDA DO MÉDIO ORIENTE»
























































































































































































Ministério ocultou dimensão do défice da Saúde

As contas do Serviço Nacional de Saúde (SNS) referentes a 2011 são piores do que as apresentadas pela tutela, com o resultado líquido negativo agravado em 87,7 milhões de euros, segundo uma auditoria do Tribunal de Contas (TdC).
Quanto ao resultado operacional consolidado, reportado pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), a auditoria orientada à consolidação de contas e análise à situação económico-financeira do SNS nesse ano, revelou que foi de 272,5 milhões de euros negativos, quando o apurado pelo TdC foi de 383,9 milhões de euros negativos, o que também representa um agravamento de 111,4 milhões de euros negativos.

Em relação ao resultado líquido do exercício consolidado do SNS, as contas da ACSS dizem que foi negativo em 324,5 milhões de euros, mas, segundo o TdC, atingiu os 412,2 milhões de euros negativos, o que representa um agravamento de 87,7 milhões de euros dos resultados líquidos negativos.

Em 2010 o resultado líquido do exercício do SNS também foi negativo, em 583,7 milhões de euros.

Segundo o TdC, "caso não tivesse ocorrido, durante o exercício de 2011, a extinção de entidades, o resultado líquido do exercício seria de 457,4 milhões de euros negativos (mais 45,2 milhões de euros negativos)".

O relatório hoje divulgado indica que o total do passivo do SNS consolidado, calculado pela ACSS, foi de 4,689 mil milhões de euros, mas a auditoria apurou um valor de 6,395 mil milhões de euros.

O documento indicou que, em 2011, se registou uma contracção de 13,2 por cento nos custos totais do SNS, em resultado da diminuição das rubricas de maior volume financeiro: os custos com pessoal, com fornecimentos e serviços externos.

"A diminuição dos custos associados ao fornecimentos e serviços externos de 2010 para 2011, no valor de 428,4 milhões de euros, resulta da redução dos encargos com medicamentos e dos encargos com a contratualização com as unidades de saúde do sector empresarial do Estado", concluiu a auditoria.

Em relação aos custos com o pessoal, "a redução no montante de 718 milhões de euros resulta das medidas relativas ao subsídio de férias e da diminuição do trabalho extraordinário e dos custos com o Sistema de Gestão de Inscritos para Cirurgia".

O TdC recomendou à ministra de Estado e das Finanças e ao ministro da Saúde que, face à deterioração da situação financeira do SNS, seja elaborado "um plano que garanta a sustentabilidade da prestação de cuidados de saúde à população no médio e longo prazo".
Tomar medidas conducentes à recapitalização do SNS e aprovar e estabelecer normas de enquadramento jurídico, contabilístico e de consolidação de contas, aplicáveis a todas as entidades que integram o SNS são outras das recomendações.
O TdC adverte ainda o Governo para que "todas as entidades que integram o perímetro de consolidação do SNS adoptem o Sistema de Normalização Contabilística, ou plano compatível, realizando todos os trabalhos preparatórios em 2013, de modo a assegurar a implementação plena a partir de 1 de Janeiro de 2014".

N. M.

Secretário propôs mascarar dívida

Joaquim Pais Jorge fazia parte de equipa que sugeriu solução para melhorar dívida em cerca de 370 milhões, sem ser contabilizada no défice
O substituto de Maria Luís Albuquerque na secretaria de Estado do Tesouro propôs a venda de swaps tóxicos ao governo de Sócrates que permitiriam mascarar as contas. Joaquim Pais Jorge sugeriu em julho de 2005, quando era diretor do Citigroup em Portugal, ao executivo socialista a contratação de produtos swap que não seriam incluídos no cálculo do défice orçamental e da dívida pública, segundo documentos a que o CM teve acesso. O PCP e BE pediram ontem a demissão do secretário de Estado do Tesouro.

A solução apresentada ao gabinete de José Sócrates, segundo revelam os documentos, passava pela subscrição de três contratos swap ao Citigroup com base em derivados financeiros. Seria uma "solução para melhorar o ratio dívida/PIB em cerca de 370 milhões de euros em 2005 e 450 milhões de euros em 2006". A proposta salientava que "os Estados geralmente não providenciam [ao Eurostat] informação sobre o uso de derivados", pelo que "os swaps serão, efetivamente, mantidos fora do balanço", o que baixava artificialmente o défice. Envolvido nesta solução estava ainda Paulo Gray, à data diretor executivo do Citigroup e que agora lidera a Stormharbour, consultora financeira contratada por quase meio milhão de euros pelo Estado para assessorar na questão dos swaps.

João Galamba diz ao CM que depois da saída de dois secretários de Estado por causa de contratos swap, "estranha profundamente" esta situação. Aos pedidos de demissão do governante, o ministro da Presidência, Marques Guedes, sustentou que já perdeu a conta "às vezes que os partidos da oposição têm pedido nos últimos meses a demissão de membros do Governo". Na coligação, ao que apurou o CM, não há margem, para já, para aceitar uma audição do governante no Parlamento. 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Rui Machete vendeu acções da SLN ao BPN com ganho de 150%

Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros nega ter vendido à Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento os títulos da instituição de Oliveira Costa que tinha comprado para a sua carteira.
Rui Machete foi accionista da SLN/BPN

O actual ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, adquiriu, no início da década passada, cerca de 25,5 mil títulos da SLN, dona do BPN, a um euro cada, que alienaria nos anos seguintes ao grupo liderado por Oliveira Costa, mas agora a dois euros e meio por acção.
Um negócio com timings e contornos idênticos à operação de compra e venda de acções da SLN/BPN pelo actual Presidente da República, e que resultou num ganho para a família Cavaco Silva de 350 mil euros.
As primeiras acções da SLN contabilizadas na carteira de investimentos deMachete foram subscritas, em 2001, no aumento de capital da holding para 350 milhões de euros. Nos anos seguintes, voltou a investir na SLN e, no final de 2005, detinha 25.496 títulos. As acções foram vendidas com uma mais-valia de 150%.

=Público=

Estado pagou 83,8 milhões em comissões para emitir dívida a 5 e 10 anos

Comissões pagas aos bancos responsáveis pelas operações estão dentro da média praticada em outras emissões, esclarece o IGCP.

O Estado pagou 83,8 milhões de euros em comissões pelas duas emissões de dívida de longo prazo realizadas este ano, uma a cinco anos, no dia 23 de Janeiro, e outra a dez, a 7 de Maio. 

Recorde-se que ambas as operações não foram leilões de dívida, mas sim emissões sindicadas, com a ajuda de bancos.

Na emissão a cinco anos, o Estado pagou aos bancos responsáveis pela operação - Barclays, BES, Deutsche Bank e Morgan Stanley - um total de 31,25 milhões de euros.

Na operação a dez anos, foram pagos 52,5 milhões de euros. Os bancos responsáveis foram o Caixa BI, o Crédit Agricole, o Goldman Sachs, o HSBC e o Société Générale.

A informação consta de uma resposta do IGCP a um requerimento do líder parlamentar do Bloco de Esquerda, Pedro Filipe Soares. A agência que gere a dívida pública nacional esclarece que as comissões pagas nas duas operações estão dentro da média praticada em outras emissões de médio/longo prazo.

Nesse sentido, a instituição liderada por Moreira Rato disponibiliza ao BE dados sobre 13 linhas sindicadas, nas quais foi pago um total de 620 milhões de euros em comissões, pela colocação inicial de cerca de 40 mil milhões de euros em títulos do Tesouro.


=Económico=

quinta-feira, 1 de agosto de 2013