«Quando se incomoda alguém, vale tudo para tentar calar-nos. Jamais o conseguirão, todavia, porque sempre que um blog termina outro se abre de imediato».
terça-feira, 6 de agosto de 2013
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS
"Dure o tempo que durar, o povo português acabará por impor
a vossa derrota"
Terça 30 de Julho
de 2013
No debate
em torno da Moção de Confiança apresentado por PSD/CDS, o Secretário-Geral do
PCP afirmou que o Presidente da República apadrinho a continuação deste governo
para continuar com o pacto de agressão da troika e a política de destruição do
país.
O País precisa do PCP e da
CDU. Contra a política de desastre nacional, intensificar a luta, afirmar a
alternativa patriótica e de esquerda
Sábado 27 de
Julho de 2013
A situação
do País dá ainda mais destaque à importância do reforço do PCP e da CDU, das suas
características de trabalho, honestidade e competência. O País precisa do PCP e
dos seus aliados na CDU, dos seus valores, da sua política, do seu projecto e
do seu compromisso de sempre com os trabalhadores e o povo.
A luta que tem de continuar
até à derrota final deste governo
Segunda 29 de
Julho de 2013
Mostrando a
solidariedade do PCP com a luta dos trabalhadores da Administração Pública,
Jerónimo de Sousa realçou que esta "é uma luta importante na medida que
está em causa direitos fundamentais" e que "a luta dos trabalhadores
aplicou danos irreparáveis a este governo, e que tem de continuar até à derrota
deste governo" e a construção de "uma política alternativa patriótica
e de esquerda que devolva os direitos que estão a ser roubados a quem
trabalha".
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
"Um
verdadeiro assalto aos rendimentos dos trabalhadores"
Segunda 29 de Julho de 2013
"Governo prossegue o ataque ao poder local democrático"
Segunda 29 de Julho de 2013
"Lá fora, esta moção jamais passaria"
Terça 30 de Julho de 2013
PARLAMENTO
EUROPEU
Situação
na Casa do Douro
Segunda 29 de Julho de 2013
Apoios para Projectos de Divulgação Comércio Local
Segunda 29 de Julho de 2013
Poder Local
Segunda 29 de Julho de 2013
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AGENDA
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Um escritório no meio dos outros
Partilhar o espaço de trabalho é cada
vez uma solução mais procurada por empresas em início de atividade,
profissionais liberais e mesmo empresas em reestruturação. Um aumento a que a
crise não é alheia
Quando regressou a Portugal, depois de uma
temporada em Espanha, Ricardo Andorinho queria uma solução flexível e de baixo
custo para implementar a sua empresa de consultoria em negócios no nosso país.
A solução de coworking pareceu-lhe
então a ideal e desde 2008 que a MBUIntelligence trabalha neste sistema.
«Foi uma solução bastante flexível, que se adaptava à natureza dos projetos com que trabalhávamos», conta Ricardo Andorinho, antiga glória do andebol nacional e agora empresário.
A MBUIntelligence trabalha agora com 4 a 12 colaboradores (conforme os projetos que tem em mãos) e tem sempre à disposição um espaço para reuniões e para trabalho, sem a formalidade e os custos de um escritório tradicional. «Basta pensar num arrendamento de um espaço de escritório tradicional e comparar com os preços do coworking», sublinha o empresário.
Trabalhar em casa... fora de casa
O coworking é um modelo de trabalho cada vez mais procurado por empresas no início de atividade ou à procura de uma reestruturação. Permite a partilha do espaço de escritório com outras empresas, reduzindo os custos com arrendamento, por exemplo, mas traz também outras vantagens, por comparação com outros modelos como o teletrabalho. «Há uma maior possibilidade de sinergias e de contactos com outras empresas, sem perder as condições de privacidade necessárias a um negócio», adianta Carlos Gonçalves, CEO do Avila Business Centers (uma empresa que disponibiliza espaços para coworking) e diretor da Global Work Association.
Carlos Gonçalves, que escreveu recentemente um livro sobre o assunto em parceria com o jornalista da TVI José Gabriel Quaresma intitulado «Out of the Office», acrescenta que esta solução é cada vez mais procurada por profissionais de diferentes áreas, desde a consultoria, à advocacia, passando pelas novas tecnologias. «Ocoworker não está tão isolado como se trabalhasse a partir de casa. Alguns dos nossos clientes trabalhavam em casa e optaram por este modelo porque assim fazem uma melhor gestão dos seus horários e da sua vida pessoal e profissional», adianta.
«Inicialmente, era utilizado sobretudo por freelancers pequenas empresas em início de atividade. Mas é cada vez mais procurado por empresas maiores, que estão, por exemplo, em processo de reestruturação», acrescenta Carlos Gonçalves.
Portugal muito à frente
Em Portugal, a adesão ao modelo de trabalho é classificada de «muito positiva». O conceito surgiu em terras lusas em 2006/2007, mas sem o sucesso esperado de imediato. O Avila Business Centers fez uma primeira tentativa de o implementar em 2008, mas abandonou a ideia ao fim de oito meses. Retomou no ano passado e, agora sim, com uma adesão cada vez mais crescente. «Temos 15 coworkers fixos a trabalhar connosco, com a sua secretária fixa. Depois temos aqueles a que chamamos coworkers nómadas, que vêm pontualmente, alguns dias, algumas semanas ou só para desenvolver projetos pontuais», contabiliza Carlos Gonçalves.
Portugal tem sido, na verdade, um dos países onde a implementação do conceito mais tem crescido. Uma monitorização a nível mundial, levado a cabo pela Deskmag, desde outubro de 2010, revela uma enorme tendência de crescimento. Em dois anos, verificou-se um crescimento de 250 por cento a nível mundial. De cerca de 600 espaços em todo o mundo, em 2010, passou-se para quase 2100 em 2012. Brasil, Japão e Reino Unido foi onde se registou um maior crescimento, mas Portugal não se ficou atrás e era, em finais de 2012, o sexto país a nível mundial em termos de número de habitantes por espaço de coworking.
«Foi uma solução bastante flexível, que se adaptava à natureza dos projetos com que trabalhávamos», conta Ricardo Andorinho, antiga glória do andebol nacional e agora empresário.
A MBUIntelligence trabalha agora com 4 a 12 colaboradores (conforme os projetos que tem em mãos) e tem sempre à disposição um espaço para reuniões e para trabalho, sem a formalidade e os custos de um escritório tradicional. «Basta pensar num arrendamento de um espaço de escritório tradicional e comparar com os preços do coworking», sublinha o empresário.
Trabalhar em casa... fora de casa
O coworking é um modelo de trabalho cada vez mais procurado por empresas no início de atividade ou à procura de uma reestruturação. Permite a partilha do espaço de escritório com outras empresas, reduzindo os custos com arrendamento, por exemplo, mas traz também outras vantagens, por comparação com outros modelos como o teletrabalho. «Há uma maior possibilidade de sinergias e de contactos com outras empresas, sem perder as condições de privacidade necessárias a um negócio», adianta Carlos Gonçalves, CEO do Avila Business Centers (uma empresa que disponibiliza espaços para coworking) e diretor da Global Work Association.
Carlos Gonçalves, que escreveu recentemente um livro sobre o assunto em parceria com o jornalista da TVI José Gabriel Quaresma intitulado «Out of the Office», acrescenta que esta solução é cada vez mais procurada por profissionais de diferentes áreas, desde a consultoria, à advocacia, passando pelas novas tecnologias. «Ocoworker não está tão isolado como se trabalhasse a partir de casa. Alguns dos nossos clientes trabalhavam em casa e optaram por este modelo porque assim fazem uma melhor gestão dos seus horários e da sua vida pessoal e profissional», adianta.
«Inicialmente, era utilizado sobretudo por freelancers pequenas empresas em início de atividade. Mas é cada vez mais procurado por empresas maiores, que estão, por exemplo, em processo de reestruturação», acrescenta Carlos Gonçalves.
Portugal muito à frente
Em Portugal, a adesão ao modelo de trabalho é classificada de «muito positiva». O conceito surgiu em terras lusas em 2006/2007, mas sem o sucesso esperado de imediato. O Avila Business Centers fez uma primeira tentativa de o implementar em 2008, mas abandonou a ideia ao fim de oito meses. Retomou no ano passado e, agora sim, com uma adesão cada vez mais crescente. «Temos 15 coworkers fixos a trabalhar connosco, com a sua secretária fixa. Depois temos aqueles a que chamamos coworkers nómadas, que vêm pontualmente, alguns dias, algumas semanas ou só para desenvolver projetos pontuais», contabiliza Carlos Gonçalves.
Portugal tem sido, na verdade, um dos países onde a implementação do conceito mais tem crescido. Uma monitorização a nível mundial, levado a cabo pela Deskmag, desde outubro de 2010, revela uma enorme tendência de crescimento. Em dois anos, verificou-se um crescimento de 250 por cento a nível mundial. De cerca de 600 espaços em todo o mundo, em 2010, passou-se para quase 2100 em 2012. Brasil, Japão e Reino Unido foi onde se registou um maior crescimento, mas Portugal não se ficou atrás e era, em finais de 2012, o sexto país a nível mundial em termos de número de habitantes por espaço de coworking.
=TVI24=
domingo, 4 de agosto de 2013
«O CÓRTEX CEREBRAL»
Em muitas funções e aptidões, alguns animais
são claramente superiores ao homem. Por exemplo, as enguias, o salmão, o caribu
e muitas espécies de aves demonstram um sentido de orientação espantoso nas
suas longas migrações; os donos de cães ou gatos sabem que estes animais
possuem sentidos de olfacto e audição melhores que os nossos.
Por trás de cada um destes talentos
sobre-humanos está uma área do cérebro maior que a nossa ou estrutura por
forma a possibilitar essa faculdade específica.
Em contrapartida, aquilo que distingue
verdadeiramente o cérebro humano é a dimensão relativa do córtex cerebral, o
revestimento de massa cinzenta, com cerca de oito milímetros de espessura, que
envolve exteriormente os lobos e hemisférios cerebrais.
O homem é o animal em que, relativamente à
dimensão do corpo, a espessura cortical é maior.
O córtex cerebral humano distingue-se ainda
pela sua enorme quantidade de dobras e redobras (circunvoluções, ou giros) e
sulcos, ou cisuras, que assim aumentam a superfície do córtex e permitem que
uma quantidade máxima de massa cinzenta se encontre dentro dos limites rígidos
da caixa craniana.
O encéfalo dos mamíferos inferiores, com
cótrtexes menos pregueados (relativamente mais lisos), tem menor superfície e,
consequentemente, menos massa cinzenta.
A maioria dos cientistas concorda que as
faculdades únicas do encéfalo humano são directamente imputáveis ao córtex
cerebral.
É dali que derivam as funções intelectuais
superiores e é ali a sede de, por exemplo, a linguagem – falada e escrita – que
nos distingue dos outros mamíferos e que enforma o raciocínio – a observação, a
análise e integração da experiência, a capacidade de resolver novos problemas –
a capacidade de antecipação e previsão e a própria imaginação.
Ao longo de milhares de anos, a consciência,
o seu significado e origem têm sido objecto de inúmeras discussões.
Actualmente, neurologistas, psicólogos e
psiquiatras e filósofos continuam em discordância profunda. Para uns, a
consciência é o conhecimento da própria identidade, isto é, o apercebemo-nos
do nosso próprio comportamento e das suas causas e efeitos.
Neste sentido, a consciência é algo que as
plantas provavelmente não possuem, que alguns animais possuirão e que a
maioria das pessoas possui de forma clara e suficiente, talvez com excepção
dos políticos.
Outra forma de definir consciência é através
da experiência pessoal. Estamos mais ou menos inconscientes quando nos
encontramos a dormir sob o efeito de uma droga ou fomos atingidos por alguma
pancada; voltamos a estar conscientes quando acordamos.
Nesta acepção, consciência tem para nós praticamente
o mesmo significado que para os animais.
Se o estado de inconsciência se prolonga,
como num coma profundo, pode ser necessária actuação médica.
O fulcro de muitas discussões acerca do
significado da consciência é o saber-se se a consciência humana representa ou
não determinada forma de atributo não-físico que transcende o conhecimento
científico.
Alguns daqueles que entendem que o “cérebro”
e a “mente” são essencialmente duas entidades distintas, uma quantitativa e outra
qualitativa, consideram o cérebro, mas não a mente, acessível à análise
científica normal.
Segundo este ponto de vista, a consciência
humana, nos seus níveis mais elevados, é inatingível; a mente corresponde,
neste sentido, à alma ou ao espírito.
Boletim semanal da ONU Brasil
Boletim semanal da ONU Brasil –
No 113 – 29/07/2013
Acesse
o www.twitter.com/ONUBrasil,
o www.facebook.com/ONUBrasil e
nossas demais redes: www.onu.org.br/redes
ONU: Atlas Brasil 2013
mostra redução de disparidades entre norte e sul nas últimas duas décadas
Cerca de
74% dos municípios brasileiros se encontram nas faixas de Médio e Alto
Desenvolvimento Humano, enquanto cerca de 25% deles estão nas faixas de Baixo e
Muito Baixo Desenvolvimento Humano.
ONU lança campanha mundial
para promover a igualdade LGBT
“Livre e
Iguais” é o tema da campanha que busca inspirar milhões de conversas em todo o
mundo para incentivar um maior respeito pelos direitos das pessoas LGBT.
Jovens devem participar das
decisões políticas sobre futuro da geração, afirma enviado da ONU à JMJ
Ahmad
Alhendawi conversa com 150 jovens católicos sobre desenvolvimento sustentável e
paz. Debate inclui educação, trabalho, governança, aborto e casamento gay.
Brasileiro chefe de
investigação da ONU pede ação decisiva para acabar com matança na Síria
Paulo
Sérgio Pinheiro afirma que paralisia da comunidade internacional alimenta a
impunidade no país. Mais de 100 mil pessoas já foram mortas desde março de
2011.
FAO: Atual geração de
latino-americanos e caribenhos pode ser a primeira a abolir a fome
Mas os
esforços devem continuar, porque ainda 49 milhões passam fome na região.
Mulheres, índios e afrodescendentes são os mais prejudicados.
Crescimento da América
Latina e do Caribe chegará a 3% em 2013. Brasil deve crescer 2,5%, afirma ONU
De
acordo com as estimativas da CEPAL, o Paraguai lideraria o crescimento em 2013,
com um aumento do PIB de 12,5%, seguido pelo Panamá (7,5%). O Brasil deve
crescer 2,5%.
Cerimônia na ONU passará
bastão da Olimpíada de Londres para o Rio
Embaixador
Luiz Alberto Figueiredo receberá bastão das mãos do chefe da missão britânica
nas Nações Unidas, Mark Lyall Grant. Secretário-geral também participa do
evento.
Jovens portugueses e
brasileiros estão pessimistas em relação ao futuro, diz estudo apoiado pela ONU
Pesquisa
aponta que jovens brasileiros são desfavoráveis à integração regional, mas
aprovam temas como casamento gay, aborto e legalização da maconha.
Avançam negociações entre
Síria e missão de investigação da ONU sobre uso de armas químicas
Após
reuniões em Damasco, representantes da Organização das Nações Unidas afirmam
ter tido conversas “profundas e produtivas” com ministros.
UNICEF: Mais de 22 mil
crianças estão ameaçadas de sofrer desnutrição aguda no Mali
Neste
ano, 108 mil crianças menores de cinco anos de idade foram internadas em
unidades de reabilitação nutricional. O UNICEF afirma que apenas um quarto do
financiamento necessário para ajudar a situação nutricional no país foi
assegurado.
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sábado, 3 de agosto de 2013
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